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Provas

Provas e avaliações com gabarito e critérios

Provas e avaliações prontas, com gabarito e critérios de correção, por disciplina e série. Questões objetivas e discursivas, no estilo das avaliações brasileiras. Tudo aberto, sem cadastro.

Uma prova mede o que você ensinou ou o que o aluno adivinhou

A diferença entre as duas coisas está quase sempre nas alternativas erradas. Distrator absurdo permite acertar por eliminação e esconde exatamente o que a prova deveria revelar; distrator construído a partir de um erro real (a operação feita na ordem trocada, a regra aplicada fora do contexto, o termo parecido) transforma cada questão num diagnóstico. Vale decidir o peso de cada conteúdo antes de escrever qualquer item, porque é o que impede a prova de cobrar demais o assunto que foi mais fácil de redigir. E vale olhar a distribuição das respostas depois de aplicar: quando a maior parte da turma marca a mesma alternativa errada, isso não é desatenção, é um conceito mal construído em sala, e a prova acabou de dizer qual é.

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Perguntas frequentes

Quantas questões deve ter uma prova?
Depende mais do tempo do que do conteúdo. Uma regra prática é de 2 a 3 minutos por questão objetiva e de 8 a 10 minutos por questão discursiva. Numa aula de 50 minutos isso significa algo entre 10 e 15 objetivas, ou 4 a 5 discursivas, ou uma mistura equivalente, sempre deixando margem para leitura do enunciado e para quem escreve devagar. Prova que não cabe no tempo mede velocidade, não aprendizagem.
Como escrever alternativas erradas que ensinem algo?
Boas alternativas erradas, chamadas de distratores, não são aleatórias: cada uma corresponde a um erro que os alunos de fato cometem. Numa questão de fração, uma alternativa pode vir de somar denominadores, outra de esquecer o resto, outra de inverter a operação. Quando o distrator é plausível, o padrão de respostas erradas vira diagnóstico: você descobre qual passo a turma não domina, em vez de só descobrir quem errou.
Vale misturar questões objetivas e discursivas na mesma prova?
Vale, e costuma dar o retrato mais completo. As objetivas cobrem mais conteúdo em menos tempo e são rápidas de corrigir; as discursivas mostram o raciocínio e revelam onde ele quebra. Uma composição comum é a maior parte de objetivas para verificar cobertura e duas ou três discursivas nos pontos que realmente importam. O cuidado é com o tempo total, porque discursiva consome de três a quatro vezes mais que objetiva.